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Crimes voltaram à discussão após caso de influencer em Jaguariúna. Vítimas têm perfil de baixo consumo de álcool e drogas, diz médica do Caism, o Hospital da Mulher da Unicamp. Banco de informações será inédito no Brasil. O Caism, em Campinas, é referência nacional nos cuidados com a saúde da mulher
“Sky blossom” acompanha cinco jovens que cuidam de adultos com alguma deficiência No domingo, a coluna foi sobre três mulheres inspiradoras, todas acima dos 60 anos, que tive o prazer de conhecer, virtualmente, no 2021 Century Summit. Hoje, quero compartilhar histórias de criadores e empreendedores que também participaram do evento e se valeram da experiência com seus idosos para gerar discussão, fazer arte e abrir novas frentes de negócios. O jornalista Richard Lui, âncora das emissoras norte-americanas NBC e MSNBC, tomou uma decisão que muitos considerariam uma sentença de morte para sua carreira. Há sete anos, pediu para diminuir a jornada de trabalho para poder se dedicar ao pai, diagnosticado com a doença de Alzheimer. Entrando no universo dos cuidadores, deparou-se com um dado impactante: nos Estados Unidos, cerca de 5.4 milhões de adolescentes e jovens cuidam de um adulto com algum tipo de deficiência. Em 2020, depois de quatro anos de produção, lançou “Sky blossom: diaries of the next greatest generation”.
Cerca de 20 mil pessoas participaram do projeto 'Viana Vacinada', no Espírito Santo. Meia dose do imunizante induziu anticorpos em 99,8% dos participantes. Vacina da AstraZeneca contra Covid-19
Uma chilena; a outra, indiana; e a terceira, norte-americana, compartilham sua visão sobre o envelhecimento ativo O que fazer depois dos 60 anos? Três mulheres inspiradoras compartilharam suas histórias no 2021 Century Summit, evento ligado ao Centro de Longevidade da Universidade de Stanford, realizado de 7 a 9 de dezembro. A chilena Ximena Abogabir, a indiana Ranjita Chakravarty e a norte-americana Mary Rawles têm caminhos totalmente distintos e todos servem de lições sobre como reescrever – e descartar – as ideias sombrias que ainda envolvem o envelhecimento.
Estudo mostra que intervenção leva a uma queda de 30% nas chances de desenvolver o problema À medida que envelhecemos, as chances de desenvolver uma catarata aumentam. O sintoma que logo chama a atenção é a visão embaçada, com a sensação de estar fora de foco. Isso ocorre porque o cristalino vai se tornando opaco e ele funciona como uma lente atrás da íris: sua transparência permite que os raios de luz atravessem e alcancem a retina para formar a imagem. A cirurgia para corrigir o problema existe há décadas e, se no começo envolvia internação e anestesia, hoje a técnica utilizada praticamente não altera a rotina do paciente. Melhor: estudo publicado no começo do mês na revista científica “JAMA Internal Medicine” mostra que o procedimento diminui em 30% o risco de demência na população idosa.

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